Nossa Cidade

Itajubá  é conhecida por seu parque industrial, suas instituições de ensino e por suas belas paisagens. Empresas multinacionais e nacionais fomentam o Turismo de Negócio, transformando Itajubá  em uma cidade cosmopolita, que recebe profissionais de todo o Brasil e de outros países.

O Turismo Tecnológico e do Conhecimento são impulsionados pelas instituições qualificadas nos domínios de novas tecnologias e da educação, destacando o município no desenvolvimento tecnológico e na construção do saber. As belezas naturais e a topografia montanhosa são convites para a prática do trekking, mountain bike, escalada, entre outros esportes, evidenciando Itajubá no cenário do Turismo de Aventura. Desponta no município o Turismo Religioso, onde o Santuário de Nossa Senhora da Agonia, único no Brasil, atrai pela fé, pela beleza e modernidade de sua arquitetura. A cultura local está retratada nos prédios tombados pelo patrimônio histórico e nos espaços de arte, artesanato e lazer.

Nos “Caminhos do Sul de Minas” venha vivenciar a diversidade dos atrativos turísticos de Itajubá e a hospitalidade de sua gente, onde a união entre o moderno e o tradicional oferece todos os ingredientes de uma “cidade fácil de ser amada”.

Dados do município

Gentílico: Itajubense
Estimativa da População: 90.225 (2009)
Área: 291,2 km²
Região do Estado: Sul de Minas Gerais
Circuito Turístico: Caminhos do Sul de Minas

Feriados Municipais de Itajubá

19 de Março: Fundação de Itajubá
15 de Agosto: Assunção de Nossa Senhora

Relevo

Altitude Máxima: 1915 m, na Pedra de Santa Rita
Altitude Mínima: 845 m, na cota do Rio Sapucaí
Altitude Média: 900 m
Terreno Montanhoso: 78%
Terreno Ondulado: 12%
Terreno Plano: 10%

Clima

Categoria: Temperado
Temp. Média Anual: 21.3º C
Meses de Chuvas: Novembro a Março

Distâncias

Municípios limítrofes:
Delfim Moreira – 25 km
Maria da Fé – 22 km
Piranguinho – 11 km
Piranguçú – 12 km
São José do Alegre – 21 km
Wenceslau Braz – 26 km

Distâncias:
Belo Horizonte: 457 km
Rio de Janeiro: 315 km
São Paulo: 268 km

Principais rodovias:
BR-381 – Rod. Fernão Dias
BR-459 – Rod. Juscelino Kubstchek
MG-347
MG-383

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A história de Itajubá

Itajubá foi fundada em 19 de março de 1819 e em 27 de setembro de 1848 foi emancipada e, conforme a Lei nº 355, de 27 de setembro de 1848, a abrangência dos seguintes territórios: a “ freguesia de mesmo nome” (que abrangia o atual município e Piranguçú), Cristina (Espírito Santo do Cumquibus), Pedralva (São Sebastião da Capituba), Brasópolis (São Caetano da Vargem Grande) e Delfim Moreira (Soledade de Itajubá). Pouco tempo depois esses territórios foram se desmembrando de Itajubá.

Na corrida à exploração de pedras preciosas em Minas Gerais foram descobertas as minas de Nossa Senhora da Soledade do Itagybá, local onde se construiu a cidade de Delfim Moreira, na qual teve início a história da atual cidade de Itajubá. Um apetite de ouro e pedrarias que levaria à formação de povoados na região sul de nosso Estado.

Um apetite de ouro e pedrarias que levaria à formação de povoados na região sul de nosso Estado. Entre bravos e arrojados povoadores estava Miguel Garcia Velho, fundador da primitiva Itajubá, hoje cidade e município de Delfim Moreira.

Nas imediações de Passa-Quatro, Miguel seguiu pelos vales de Bocaina, afastando-se, pois da rota já trilhada por outros exploradores, a qual ia dar no Rio Verde e Baependi. Transpôs a Serra dos Marins e o planalto do Capivari, no qual andou descobrindo algumas pintas de ouro. No Córrego Alegre e nas águas do Tabuão encontrou maiores indícios do cobiçado metal. Pretendia alcançar a Serra de Cubatão, mas a mina do Itagybá foi a que mais o seduziu, e onde permaneceu por mais tempo, dando início ao povoado. Era 1703.

O garimpo nas minas de Itagybá foi efêmero. As catas e as gupiaras não compensavam o trabalho e não correspondiam à sede de riquezas de Miguel Garcia Velho e seus companheiros.

Os bandeirantes se retiraram, e quem ficou no povoado tratou de se arranjar com a agricultura e a pecuária. Povo laborioso, mas de minguados recursos, o arraial em desfavorável localização, e a Soledade do Itagybá não prosperou.

E a história da nova cidade de Itajubá começou na Soledade do Itagybá do Sargento-mor Miguel Garcia Velho.

Padre Lourenço da Costa Moreira: O Novo Vigário

A Freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (atual cidade e município de Delfim Moreira), já no meado do século XVIII, se encontrava sobremaneira abalada em seus recursos econômicos e sua vida social com a paralisação das atividades auríferas. Os aventureiros que, depois de Garcia Velho, lá estiveram, logo abandonaram aquelas minas. Os poucos habitantes do povoado, desde então, nem mais pensavam em ouro, que já não dava pão e comida a ninguém, de tão raro que ficou.

Com a morte pároco, Padre Joaquim José Ferreira, ocorrida em princípios de 1817, Soledade de Itajubá só se daria mais de um ano depois com o novo vigário, Padre Lourenço da Costa Moreira, através da nomeação real de D. João VI.

O vigário vinha acompanhado de seus escravos, da senhora D. Inês de Castro Silva, do Dominicano, menino de 5 anos, e de Delminda, pequerrucha de apenas 2 anos, os quais estavam sob os cuidados de zelosas mucamas de sua comitiva.

Itagybá

O nome Itagybá, que na língua indígena significa, “Rio das pedras que do alto cai”, cascata, foi dado em alusão à cachoeira junto às minas de Miguel Garcia Velho, sugerido por seus companheiros de expedição.

Como nunca faltava uma evocação religiosa católica nos antigos povoados, logo denominavam o lugarejo de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá, ou, segundo se dizia então, do Itagybá.

A cascata histórica que emprestou o nome a Itajubá está na área urbana da cidade de Delfim Moreira, a primitiva Itagybá, a cerca de meio quilômetro do centro e de sua igreja Matriz.

Por lamentável confusão com a palavra itajuba (com a tônica no – jú), muita gente acredita que Itajubá significa pedra amarela. E a fantasia popular chegou a imaginar a existência de uma pedra amarela no município.

Fundação da Nova Itajubá

Dois meses depois de sua chegada à Soledade de Itajubá, o Padre Lourenço da Costa Moreira, durante a missa conventual, usou a tribuna sagrada para expor aos seus paroquianos que a má localização da aldeia não era favorável ao desenvolvimento e, do púlpito, convidou seus paroquianos a descer a serra, rumo ao Sapucaí, à procura de um lugar aprazível e bom, no qual se pudesse construir a nova sede da Freguesia. Permaneceria ali a Capela de Nossa Senhora da Soledade.

Na noite de 17 de março de 1819 reuniu o vigário, na Matriz, todos os fiéis que os seguiriam. Na manhã do dia seguinte, após a missa, a caravana rumou para as bandas do Sapucaí. Eram os pioneiros da nova Matriz, que marchavam com a missão de fundar a nova Itajubá.

No dia seguinte, rumando todos para o alto do cômoro, o Ibitira, segundo a denominação dos Puri-Coroados, o vigário se deslumbrou com o que viu. Não era preciso prosseguir a viagem. O local onde estavam lhe parecera excelente para a fundação do novo povoado e a sede da Freguesia. Alí em meio a clareira aberta pelos desbravadores, foi construído um altar e o Cruzeiro onde Padre Lourenço celebrou a primeira missa. Foi nesse altar erguido exatamente onde hoje se encontra a Matriz da Paróquia de Nossa Senhora da Soledade, que nasceu, em 19 de março de 1819, a atual Cidade de Itajubá.

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Grande Hotel

 

Subida da Matriz

 

Mercado Municipal

 

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